02 novembro 2015

MÚSICA NA GESTAÇÃO

Um estudo realizado em Taiwan, uma República a China, indicou que as gestantes que escutaram trinta minutos de música todos os dias durante duas semanas reduziram, e muito, os sintomas de depressão, estresse e ansiedade em comparação às gestantes que somente fizeram o pré-natal sem a intervenção da música.
O estudo selecionou diferentes tipos de músicas às mamães grávidas: música clássica, sons da natureza, canções infantis chinesas e canções de ninar. Todas elas surtiram efeito altamente positivo, aumentando também a atividade cerebral do bebê e fortalecendo o vínculo com a mãe.

Isso não significa que as mamães brasileiras tenham que começar a escutar música chinesa. Ainda bem! As mamães devem escutar música que as deixe bem, harmonizando o contato com o bebê e que a "desligue" por instantes do mundo. Faça um teste: repita músicas gostosas de ouvir. Quando o bebê nascer, volte a cantarolar as mesmas canções da fase de gravidez. Seu filho vai ter a sensação de que já ouviu esse som “de algum lugar”. O semblante no rosto pode deixar nítida essa impressão.

Espertinho - O bebê já percebe os sons desde a 20ª e 21ª semana de gestação. Ele já ouve a mamãe conversar e cantar. As mamães podem até perceber se o som agradou ou não seu bebê dependendo se o pequeno ficou mais agitado ou tranqüilo na sua barriga. Lógico que rock pesado não seria o mais aconselhado ao pequeno.
Outros estudam indicam que uma música que a mamãe escute durante a gestação com freqüência e seja prazerosa e agradável faz com que o bebê, mesmo após o nascimento, ao ouvi-la a reconheça e se tranquilize com o som que também já o agrada.

Existem profissionais de musicoterapia que podem ajudar ainda mais as mamães que querem fazer da música sua terapia durante a gestação. Em algumas clínicas de São Paulo, músicos são convidados (apenas voz e violão) enquanto a mamãe faz a ultrassonografia. Pelas imagens, a mãe vê seu filho curtindo as musiquinhas tocadas pelo músico. Bem interessante. Como já vimos, é uma terapia válida e eficiente tanto para as mamães quanto para os bebês.

25 outubro 2015

SOBRE AMAMENTAÇÃO

A amamentação, que é o ato de alimentar o bebê com o leite materno, vindo diretamente do peito, deve ser exclusiva durante os primeiros 6 meses de vida do bebê.
Nesse período é normal que a menstruação da mãe que amamenta exclusivamente em livre demanda não venha, apesar de ocorrer um sangramento, que não é menstruação, e que pode durar cerca de 50 dias após o parto. Saiba mais em: Menstruação pós gravidez.
Durante a fase da amamentação, é importante beber muitos líquidos para garantir a produção de leite, porém alguns chás devem ser evitados para não provocar desconforto ou cólicas no bebê.

A amamentação traz inúmeros benefícios para a mãe e para o bebê. Alguns dos benefícios da amamentação são:
  • Previne doenças e diminui a taxa de mortalidade do bebê;
  • Diminui as chances do bebê ter alergias;
  • Diminui a cólica dos primeiros meses e por isso acalma o bebê;
  • O leite está na temperatura correta e por isso não há perigo de queimar o bebê;
  • Não é necessário esterilizar nenhum utensílio e por isso pode acontecer em qualquer local;
  • Combate a hemorragia pós-parto e acelera a recuperação da mulher;
  • Facilita a perda de peso;
  • Diminui o risco de câncer de mama, endométrio e de ovário;
  • Diminui o risco de desenvolver diabetes tipo 2 na mãe;
  • Diminui o risco do bebê ter doenças mentais

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